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sobre

A COMPANHIA

A ANTI STATUS QUO COMPANHIA DE DANÇA é um grupo de criação, investigação e experimentação em dança contemporânea. Criada em 1988, pela diretora artística e coreógrafa Luciana Lara, a Companhia, é um dos mais renomados e atuantes grupos de dança de Brasília-DF e do Centro-Oeste do Brasil, da atualidade. Lara divide a direção do grupo com o produtor, cenotécnico, cenógrafo e designer gráfico, Marconi Valadares e conta com Robson Castro na coordenação administrativa do grupo. 

 

Movidos pelo questionamento de padrões estabelecidos, seu trabalho é reconhecido por sua pesquisa de linguagem, por suas abordagens dramatúrgicas críticas e políticas e pela interdisciplinaridade com destaque para forte diálogo com as artes visuais. Trabalha a dança em conceitos expandidos e tem como ponto central de suas pesquisas artísticas e dramatúrgicas as questões do corpo, do espaço e da sociedade. Investiga a recepção/ fruição e a relação com o espectador, desenvolvendo criações em diferentes formatos e suportes como instalações coreográficas, intervenções urbanas, site-specific, caminhadas, performances em videoconferência, publicações, foto performances, vídeos, exposições, sites interativos, trabalhos híbridos, contextuais e online, além de espetáculos para palco italiano.  

 

Desde 2003, pesquisa a relação do corpo com a cidade e desde a pandemia, a relação do corpo com as telas, com a imagem e com a tecnologia. Suas abordagens e interesses incluem a percepção, o comportamento social, arte como experiência, o limiar ficção-realidade, dramaturgia do acontecimento, arte relacional, imersão e o espectador ativo. 

 

Tem realizado residências artísticas com artistas nacionais de renome, convidando-os para intercâmbio e diálogos durante as pesquisas e os processos criativos como Marcelo Evelin, Gustavo Ciríaco, Denise Stutz , Michelle Moura e Marcio H Motta

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LUCIANA LARA - Diretora e Coreógrafa

É fundadora, diretora artística e coreógrafa da Anti Status Quo Companhia de Dança (1988) e gere o grupo em parceria com o produtor Marconi Valadares. Referência como artista criadora da dança contemporânea no Distrito Federal e no centro-oeste do Brasil. Atua como diretora, coreógrafa, intérprete/ bailarina, dramaturgista, provocadora, pesquisadora e professora de corpo, movimento e criação.

Mestre em artes pela Universidade de Brasília-UnB. Estudou dois anos no Laban Centre de Londres – Inglaterra com a bolsa APARTES da CAPES. Formada em Licenciatura em Artes Cênicas pela Fundação Brasileira de Teatro - Faculdade de Artes Dulcina de Morais. Foi uma das representantes do Brasil no programa de coreógrafos residentes no American Dance Festival, em Durham, Carolina do Norte (EUA), com a bolsa USIS.

Sua trajetória se confunde com a da Anti Status Quo. Já criou mais de 35 trabalhos para o grupo que participaram de importantes festivais nacionais e internacionais. Pesquisa a relação corpo – cidade, as relações corpo- imagem/ corpo- tela/ corpo- tecnologia, percepção e a relação com o espectador.

Seus trabalhos são reconhecidos pela pesquisa de linguagem, por abordagens expandidas do conceito de dança e coreografia, pela interdisciplinaridade com destaque para o diálogo com as artes visuais e por suas dramaturgias críticas, onde corpo, sociedade e espaço têm papéis centrais nas reflexões. Suas criações desafiam as tentativas de categorização, com diferentes formatos como instalações coreográficas, obras site specifics/ in situ, intervenções urbanas, caminhadas, vídeo e foto performances, trabalhos online e obras contextuais. 

Desenvolve projetos voltados à formação em dança, à mediação de públicos e à capacitação de artistas. Coordena o Núcleo de Formação A.S.Q. (desde 2005), um laboratório de pesquisa, experimentação, criação, intercâmbio e aperfeiçoamento técnico e artístico para artistas da dança e várias linguagens artísticas. Lecionou nos cursos de artes cênicas da Faculdade Dulcina de Morais e Universidade de Brasília. 

Dos trabalhos realizados fora da companhia destacam-se: A colaboração com Gustavo Ciríaco na Instalação “Paisagem em Linha” (2021) - projeto “Cobertos pelo Céu” apresentado em Portugal, Argentina e Brasil. A dramaturgia em “Sonâmbulo” (2023), direção e interpretação de Rámon Lima/ Bruta Corp com residências e apresentações em Mechelen (Bélgica), Grenoble (França) e Brasília-DF. A dramaturgia no videodança de Tauana Parreiras “Asa leve que rasga ao vento” (2021), A colaboração e preparação corporal no videodança de Érika Cardoso: “E no abismo de nós havia azul e cinza“ (2013). O trabalho como consultora e provocadora em coletivos e grupos como Coletivo Trio (Artes visuais), Balé Jovem de Salvador, TF Companhia de Dança, Alaya Dança e Teatro do Concreto.  

É autora do livro: “Arqueologia de um Processo Criativo - Um Livro Coreográfico”, Antistatusquo (2010).

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MARCONI VALADARES - Diretor e Produtor

É diretor da Anti Status Quo Companhia de Dança em parceria com Luciana Lara. É gestor, produtor cultural, cenógrafo, cenotécnico e designer gráfico. 

 

Formado em Licenciatura em Educação Física na Faculdade Dom Bosco, iniciou sua atuação na área cultural em 1988 com a Anti Status Quo. Começou na confecção de cenários para a Companhia e depois na elaboração e gestão de projetos, seguiu trabalhando com a direção executiva e de produção, como cenógrafo e cenotécnico em todos os trabalhos e projetos do grupo. A partir de 2002, trabalhou na maioria dos projetos como designer gráfico do grupo. Fez o design gráfico do livro “Arqueologia de Um processo Criativo – Um livro Coreográfico” (2010) em parceria com Luciana Lara. Além disso, fez a produção e o gerenciamento/ administração de todas as participações da Companhia em grandes festivais nacionais e internacionais. 

 

Em 2000 fundou sua produtora Quanta Produções Artísticas e Serviços Eireli. Administrou diversos projetos como a produção de CDs de música, livros, exposições de artes plásticas e projetos Educacionais/Culturais para outros artistas e grupos. Destaque para: o livro “A história que se dança – 45 anos do Movimento da dança em Brasília” de Yara de Cunto; Exposição de fotos “A Dança entre as Asas e os Eixos”, CD “Pangea” do músico Paulucci Araújo e o Projeto “Entorno da Dança” do Instituo Asas e Eixos. Trabalhou em parcerias com outras produtoras como no projeto Jogo de Cena de James Fensterseifer e a produtora Vê Cultura. 

 

Atuou em mais de sessenta projetos na concepção/ elaboração, captação de recursos, coordenação de produção e gestão. Presta consultoria para elaboração de projetos para diversos artistas e gerencia projetos patrocinados pela Lei Rouanet, fundos de cultura e editais. 

 

 É idealizador e diretor da Mostra de Dança XYZ (2006) que já teve 5 edições, atuando na direção geral, curadoria, produção executiva e na coordenação das atividades de capacitação.

 

Atuou no Terceiro setor entre 2007 e 2010. Foi gerente de projetos do INDICA - Instituto dos Direitos da Criança e do Adolescente (2007 a 2008) e em 2009 se tornou vice-presidente da instituição. Principal ação: projeto “Bem Me Quer” com recursos da Fundação Interamericana, entidade do congresso do USA e importantes parceiros como: Agência de Notícias dos Direitos da Infância, Unicef, Giacomme Publicidade, Rede Globo de Televisão, Fórum Nacional de Educação em Direitos Humanos. 

 

Trabalhou como gestor público. Entre 2012 e 2013 foi diretor do Espaço Cultural 508 Sul Renato Russo e coordenador dos espaços culturais da Secretaria de Cultura do Distrito Federal. Em 2013 e 2014 foi membro do Conselho de Cultura do Distrito Federal.

 

Foi gestor do projeto Conexões Criativas realizado no Centro de Dança do DF (2018), por meio de uma parceria público privada (Lei das MIROSC) entre a Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa do DF e a Organização da Sociedade Civil Associação Conexões Criativas de Salvador-BA.

 

Em 2022, fundou a produtora e o espaço cultural “ESPAÇO CASA”, localizado no Casa Park Brasília/DF. O espaço funcionou de setembro de 2022 a outubro de 2024, realizando dezenas de ações, com maior atuação no cenário da música brasiliense.

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ROBSON CASTRO - Coordenação Administrativa

É coordenador administrativo, além de bailarino/ performer da Anti Status Quo Companhia de Dança. É artista do corpo e das visualidades, performer, educador, produtor, elaborador de projetos, captador de recursos, gestor e coordenador administrativo de projetos culturais. Mestre e doutorando em Artes pela Universidade de Brasília. Tem trajetória ligada ao Teatro, à Dança e, mais recentemente, às Artes Visuais. 

Tem o primeiro contato com a Companhia em 2005, quando faz parte do Núcleo de Formação ASQ. Em 2007 passa a integrar a Anti Status Quo Companhia de Dança como bailarino. Apresentou os trabalhos:  Cidade em Plano, Jamais Seremos os Mesmos, Camaleões, Sacolas na Cabeça e De Carne e Concreto, participando de vários festivais nacionais e internacionais com a Companhia. A partir de 2014 começa a colaborar, também, na coordenação administrativa. 

Tem trabalhado na modelagem e gestão administrativa de projetos de vários artistas do teatro, da dança e das artes visuais do DF como Krishna Passos, Iain Mott, Simone Reis, Anatasha de Albuquerque, Jhony Gomanthos, Lynn Carone, Fernando Pericin, Camillo Vacalebre, Letícia Rodrigues, Magno de Assis e Tauana Parreiras.

Começa sua carreira artística em 1995 no teatro. É um dos artistas fundadores do grupo Teatro do Concreto (2003) onde, também, atuou na função de gestão até 2012. 

Criou, junto com Juliana Sá, o projeto de experimentações artísticas: Zona de Contágio realizando duas edições (2011 e 2016). 

Possui carreira solo como performer.  Em 2023 formaliza sua plataforma de criação: a Cia Inexistente, em que já se dedicava desde 2013. Entre suas mais recentes produções artísticas, destacam -se: a série de vídeoperformances: Protocolos de Invasão Poética (2025), a Exposição individual: Tessituras sobre o chão (2025), as vídeoperformances:  Um experimento de proteção Absoluta (2024), Abraços que perdemos na pandemia (2024), Inventário para um fragmento (2025) e o Projeto “Origens” (2020) que inclui um livroperformance, sete videoperformances projetadas em ambiente urbano e uma série de cartões postais. Tem participado de exposições coletivas em Brasília e na web desde 2021.

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CAROLINA HOFS -Bailarina

É bailarina da Companhia desde 2002 e coordenadora a pesquisa do acervo do grupo. É antropóloga e artista da dança. Graduada e mestre em Antropologia pela Universidade de Brasília. Fez doutorado em Antropologia pela Universidade de Lisboa e especialização em Análise do Movimento pelo Sistema Laban/Bartenieff, pela Faculdade Angel Vianna. 

Integrou a Anti Status Quo Companhia de Dança de 2002 a 2007 e voltou a integrar o grupo em 2014. Dançou os espetáculos do grupo: “Coisas de Cartum”, “Aletheia”, “Microutopias Cotidianas Aglutinantes Lugar” e “QR Corpo”. Além de ser do elenco original participando da criação dos trabalhos Cidade em Plano e De Carne e Concreto – Uma instalação Coreográfica. Participou, também, do projeto “A escola vai ao teatro – Arte educação através da dança”, o projeto “Do Palco à tela” e integra o Núcleo de Formação ASQ .

Em Lisboa (Portugal) integrou o c.e.m – centro em movimento, e o ReD – Revoluções em Dança, um coletivo transdisciplinar. Como equipe do c.e.m em Portugal, integrou, dentre outros, o Projeto IR, Toca e Corpo na Escola, voltados para dança e arte junto a diversas comunidades da cidade. Criou em parceria com Flávia Diab, o Projeto Pau de Arara, Conversas ao Almoço, os programas de rádio CemHz e a performance Largo de São Domingos, nossa Casa, que integrou a exposição online AntArt. Criou e performou o seu solo Chão. Trabalhou com Ana Borralho e João Galante em MissMisterMisterMiss e SexyMF. 

Fez sua formação com diversos artistas e pesquisadores do movimento, como Luciana Lara, Sofia Neuparth, Peter Michael Dietz, ANDLab, com João Fiadeiro e Fernanda Eugênio, Rose Akras, Bonnie Bainbridge-Cohen, Jean-Claude Duclos, Édi Oliveira, Giselle Rodrigues, Camilo Vacalebre, Vera Mantero, Lisa Nelson, Katie Duck, Marcelo Evelyn, Gustavo Ciríaco. Em parceria com o Coletivo Instrumento de Ver, fez o projeto Curumim e Ajuntamento. Dançou MOSH, com direção de Diogo Granato. E mais recentemente se juntou ao Grupo de Pesquisa CorpoImagem, do IFB, ao projeto do documentário Febre Tropical com Andy Malafaia e o produtor Fernando Mecchi e uma nova criação com Édi Oliveira.

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LEANDRO MENEZES - Bailarino

É bailarino da Anti Status Quo desde 2008. É bailarino, ator e arte-educador. Mestre em Ensino das Artes na Universidade de Brasília-DF (Unb). Formado em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília. Fez especialização em Direção Teatral na Fundação Brasileira de Teatro - Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. Já lecionou disciplinas de corpo e movimento na Faculdade de artes Dulcina de Moraes. 

Participou do Núcleo de Formação ASQ e passa integrar a Anti Status Quo de 2008 a 2013, retornando para o grupo em 2020. Dançou os trabalhos:  Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar, Jamais seremos os mesmos, Autorretrato Dinâmico e Cidade em Plano. Fez parte do elenco original de Camaleões, JUNTOSeSEPARADOS e QR Corpo, colaborando em seus processos de criação. Participou do projeto “A escola vai ao teatro – Arte educação através da dança” e da  “Exposição Performática Antistatusquo 21 anos”.

Fez parte do grupo Núcleo de Experimentação do Movimento com direção de Giselle Rodrigues e de oficinas de dança com Édi Oliveira.  Fora da Companhia trabalhou com a Cia de Dança MARGARIDAS, nos espetáculos Vidro e Alumínio, Ritmo de Forma Silenciosa. Com o grupo DANÇAPEQUENA apresentou os trabalhos, Perfume de Açougue e Carcaça Sentada no Abismo. Com o COLETIVO IRMÃOS GUIMARÃES, apresentou o espetáculo de dança contemporânea QUADRADO, e as performances, Luz +, Respiração +, Respiração -, Respiração Embolada.

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LEONARDO RODRIGUES - Bailarina

É bailarino da Anti Status Quo Companhia de Dança desde 2019. É um artista que transita por várias linguagens artísticas com ênfase nas artes do corpo e trabalhos transdisciplinares. Tem formação como Cientista Político e Comunicador Social. 

Seu primeiro contato com a Companhia foi através do Núcleo de Formação ASQ do qual fez parte de 2017 a 2018. Em 2019 integra a Companhia participando dos espetáculos: De Carne e Concreto – Uma instalação Coreográfica, Camaleões, Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar. É do elenco original de JUNTOSeSEPARADOS e QR Corpo e colaborou nas suas pesquisas e processos de criação.  

Sua formação artística nas artes cênicas tem sido continuada e autônoma. Fez oficinas com Elisabete Finger, Leonardo França, Shanti Vera e Semolina Tomic. Participou de mais de 30 trabalhos de mais de 10 coletivos/grupos diferentes como Ajuntamento Abre Salas, Companhia de Teatro Casa de Ferreiro, Companhia Dois Tempos e Cia Viçeras. Participou de trabalhos feitos com os diretores Delson Antunes, Rafaela Amado e Adriana Lodi. Destaque para o trabalho, como ator, com o diretor Hugo Rodas durante 3 anos, integrando o elenco de Olho da Fechadura e Caleidoscópio Palace.

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ROBSON CASTRO - Bailarino

É bailarino da Anti Status Quo Companhia de Dança desde 2007 e em 2014 passa, também, a ser coordenador administrativo do grupo. É artista do corpo e das visualidades, performer, educador, produtor, elaborador de projetos, captador de recursos, gestor e coordenador administrativo de projetos culturais. Desenvolve carreira solo como performer. É mestre e doutorando em Artes pela Universidade de Brasília. Tem trajetória artística ligada ao Teatro, à Dança e, mais recentemente, às Artes Visuais. 

Tem o primeiro contato com a Companhia em 2005, quando participou do Núcleo de Formação ASQ. Em 2007 passa a integrar como bailarino, apresentando os trabalhos:  Cidade em Plano, Jamais Seremos os Mesmos, Camaleões, Exposição Performática Antistatusquo 21 anos, Sacolas na Cabeça e De Carne e Concreto – Uma instalação coreográfica. Nesses dois últimos trabalhos, faz parte do elenco original, participando de seus processos criativos. Colaborou também com a criação de Autorretrato Dinâmico. Viajou com a Companhia para vários festivais nacionais e internacionais. Em 2014, começa atuar, também, na coordenação administrativa do grupo. 

Iniciou sua carreira artística em 1995 no teatro. É um dos artistas fundadores do grupo Teatro do Concreto (2003) onde integrou o elenco e fez parte da concepção do espetáculo Diário do Maldito com direção de Francis Wilker e na Leitura Cênica 25 Homens sob direção de Francis Wilker. Participou do Projeto Tubo de Ensaios da UnB  - Trilogia Bíblica: Apocalipse, Gênesis e Êxodos de performances. Integra, também, o Núcleo de Formação ASQ.

Criou, junto com Juliana Sá, o projeto de experimentações artísticas: Zona de Contágio realizando duas edições (2011 e 2016).

 

Possui carreira solo como performer. Desde 2013 com sua plataforma de criação, a Cia Inexistente, realiza os trabalhos: a série de vídeoperformances: Protocolos de Invasão Poética (2025), a Exposição individual: Tessituras sobre o chão (2025), as vídeoperformances:  Um experimento de proteção Absoluta (2024), Abraços que perdemos na pandemia (2024), Inventário para um fragmento (2025) e o projeto “Origens” (2020) que inclui um livroperformance, sete videoperformances projetadas em ambiente urbano e uma série de cartões postais. Tem participado de exposições coletivas em Brasília e na web desde 2021.

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NÚCLEO DE FORMAÇÃO ASQ

O Núcleo de Formação da Anti Status Quo Companhia de Dança, conhecido como Núcleo de Formação A.S.Q., foi criado em 2005 com o objetivo inicial de constituir um espaço de formação para bailarinos de dança contemporânea interessados em integrar o elenco da Companhia. Atualmente, seu trabalho ultrapassa esse propósito inicial.

O Núcleo de Formação A.S.Q. consolidou-se como um laboratório de pesquisa, experimentação, criação, intercâmbio e aperfeiçoamento técnico e artístico para artistas da dança e de outras linguagens que têm o corpo e o movimento como centrais em seus interesses. Promove atividades regulares, oficinas e workshops, residências com artistas nacionais, além de projetos de pesquisa e criação.

Coordenado por Luciana Lara, o conteúdo dos encontros tem o diferencial de ser uma proposta sistêmica, reflexiva e crítica de aperfeiçoamento do artista da dança. Os encontros contemplam a investigação do movimento, a criação e o pensamento teórico-crítico, investindo em conteúdos que instrumentalizam o artista para pesquisar, analisar, questionar e refletir sobre a linguagem da dança e o processo criativo, além de desenvolver autonomia criativa.

O Núcleo tem contribuído para a formação de profissionais, praticantes da dança contemporânea e das artes do corpo, bem como para a formação de público. Muitos artistas das artes cênicas (teatro, dança, performance e circo) e de outras linguagens (cinema, vídeo, poesia e artes visuais) do Distrito Federal já passaram pelo Núcleo de Formação A.S.Q. Muitos, inclusive, tornaram-se dançarinos da própria Companhia ou de outros grupos da cidade, além de criadores, coreógrafos, idealizadores de projetos e gestores de espaços culturais. Ex- bailarinos e integrantes atuais da Companhia, hoje, também fazem parte do Núcleo em busca de espaço para pesquisa, intercâmbio, e desenvolvimento de projetos pessoais.

Alguns artistas que já fizeram parte do Núcleo de Formação: Carlos Henrique, Daniel Pitanga, Robson Castro, Karla Freire, Rafael Villa, Valéria Rocha, Diana Bloch, Diogo Vilela, Marília Carvalho, Andrea Boni, Juliana Sá, Poliana, Márcia Parras, Paula Medeiros, Renata Jambeiro, Melina Bonfim, João Vitor Campos, Juliano Coacci, Breno Metre, Leandro Menezes, Talita Leão, Thaís Khouri, Valéria Lehmann, Beatrice Martins, Diego Rodrigues, Paco Leal, Samuel Araújo Cerkvenik, Flavia Faria, Marília Vilela, Luana Brandt, Marina Almeida, Iago Gabriel, Jossi Quezzia, Alana Ferrigno, Bruna Wieczorek, Ludmila Alves, Danilo Fleury, Isabela Cardoso, Érica Cardoso, Viridiana Gabriel, Marta Correa, Paula Macedo, Teresa Castro, Aline Cardoso, Luciana Rodrigues, Raphael Balduzzi, Déborah Alessandra, Rebeca Damian, Rachel Magalhães, Andrea Leme, Nirjara Keiko, Camila Sugai, Raoni Carricondo, Ramon Lima, Isabel Soares, Leonardo Rodrigues, André Amaro, Fernanda Muniz, Tauana Parreiras, Mariangela Andrade, Mônica Bernardes, Renata Stuart, entre outros.

Para conhecer mais: http://hojetemdanca.blogspot.com.

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